Segunda-feira, 05.05.14

Acordamos com o “bom dia” da rádio e fazemos logo “login” com o mundo através do nosso smartphone com uma capa bonitinha. Ao almoço,  olhamos o mundo pelo pequeno ecrã. Às vezes folheamos um jornal ou uma revista. Às quintas-feiras (se houver uns trocos na carteira), vamos ao cinema….Se não formos, temos a “Manela” e as novelas na televisão. Além disto tudo, temos sempre o mundo à distância de um click no computador e nos tablets. Se conseguiríamos passar um dia sem estas coisas? Provavelmente sim... Mas ninguém se atreve.
Todos os dias a todas as horas estamos ligados aos media e raramente pensamos na importância que têm nas nossas vidas. Mas esta semana é a semana para parar e pensar. Missão difícil? Talvez, mas as várias atividades promovidas pela iniciativa “7 dias com os Media” ajudam.
Até dia 9 de maio vão decorrer diversas iniciativas com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para o papel e lugar que os media ocupam nas nossas vidas. Por todo o país, cidadãos, instituições e empresas promovem a iniciativa “7 dias com os media”. Por isso, esta semana não há um cartaz, há muitos. Só na Universidade do Minho (Braga) estão previstas 24 actividades todas elas desenvolvidas por alunos de Ciências da Comunicação.
Publicidade, Relações Públicas, Jornalismo, Multimédia, Música, (pausa para respirar) Cinema, Fotografia (incluindo as selfies!), Humor, Rádio, Televisão… Enfim, um grande leque de temas que serão esmiuçados em palestras, jogos, debates, exposições, etc.
Além das iniciativas promovidas pelos os alunos da academia minhota, no dia 9 de maio, também no âmbito da iniciativa dos 7 dias com os media, irá realizar-se um Workshop sobre Literacia Visual com Isabel Calado (ESEC).
O SAPO ON THE HOP como gargareja no mundo dos media vai marcar presença nas actividades desenvolvidas pelos alunos da Universidade do Minho! 

Actividades:

  • Face to Face with Media (Speed-Dating com Maria Valente - Assessora de Imprensa do Festival Marés Vivas; Álvaro Costa; Bruno Moreira - realizador; Gonçalo Delgado - fotojornalista; e actuação de Pedro Gonçalves - The Voice Portugal) - 6 de Maio às 14h30 no ICS (UMinho)
  • A importância das Fandoms nas produções mediáticas (Grupo focal sobre as "Fandoms") - 6 de Maio às 15h00 no ICS (UMinho)
  • Brigada dos Media - 7 de Maio às 14h00 na Avenida Central em Braga
  • O Humor na rádio (palestra) - 7 de Maio às 15h00 no Auditório de Engenharia da Universidade do Minho
  • Mundo Oculto (exposição de documentos censurados) - 7 de Maio na sala 110 do CPII (UMinho)
  • Como escrever em Moda? - workshop - 8 de Maio às 11h na Escola de Direito da Universidade do Minho
  • STOP.COM: Semana Tremendamente Oportuna para Comunicar (jogo do Stop sobre os Media) - manhã de 8 de Maio no CPII (UMinho)
  • 40 anos de Publicidade pós 25 de abril - exposição de 6 a 7 de Maio no CPII (UMinho)


publicado por Tiago David às 09:40 | link do post | comentar

Sábado, 29.03.14

Cá fora chovia. Não havia estrelas no céu. Mas já diz (mais ou menos) o ditado que dia molhado, concerto abençoado. E assim foi. O Coliseu do Porto encheu-se de emoção para receber um filho da casa que há muito é pai do rock português.

“Não dá para falar muito. ‘Tá tudo ali a ver”, diz Rui Veloso a Berg e Alexandre Manaia que o acompanham nestes concertos acústicos. Os três conversam animadamente. Só se ouvem as vozes e os risos. As cortinas continuam fechadas e as luzes apagadas.

“Vão divertir-se... E podem gravar e fotografar tudo à vontade”, diz Rui Veloso no momento em que se abrem as cortinas e se vê o trio numa sala de estar improvisada, mas sem precisar da intervenção do ‘Querido Mudei a Casa”.

Da sala correm para o centro do palco e logo começam a soar os primeiros acordes de “A gente não lê”. Segue-se “Cavaleiro andante” com gente encharcada a chegar porque, provavelmente, se atrasou a validar o andante do metro.

O Coliseu sabe as letras na ponta da língua. Uns cantam mais, outros emocionam-se e renovam juras de amor. Alguém menos tímido (e com voz a lembrar a Júlia Pinheiro) grita “Berg és lindo” - ganhar o Factor X tem destas coisas. “Já começa?”, pergunta Rui Veloso arrancando risos que vão sendo embalados com os primeiros acordes da “Gargantilha”.

O Coliseu ia aquecendo sem lenha para arder, só com as paixões ardentes em cada par de cadeiras. Mas também se ia vendo a solidão de alguns que se abraçavam aos casacos, como quem abraça uma almofada a pensar na cara metade. A pensar nesses casos e no S.Pedro (que não parava de chorar), o trio cantou “Canção de Alterne” numa versão mais mexida que animou a plateia. 

E os grandes êxitos iam desfilando. O público com as vozes afinadas, apesar de algumas constipações fruto da primavera ranhosa. Mas até para isso o pai do rock deixou a solução: “Chá de casca de cebola, faz muito bem à voz, faz faz!”

Sempre bem disposto Rui Veloso ia falando das músicas e arrancando gargalhadas.“Esta é de 1980. Txi. Já nem me lembro. Quer dizer, lembro-me do tema, não me lembro é de o estar a gravar. Tem o título mais cumprido da música portuguesa. Chama-se “Ai quem me dera a mim rolar contigo num palheiro”. 

Os corações dos casais sorriam. E na primeira fila, um casal muito especial, pois é graças a ele que hoje há romances que nascem ao som de “Anel de Rubi” ou “Primeiro Beijo”. O casal são os  pais do Rui Veloso, que é como quem diz os avós do rock português. 

Músicas que passaram na rádio, outras que ficaram só pelos discos iam servindo de banda sonora para beijos, abraços e selfies. Mas rapidamente o público mudou da câmara frontal dos smartphones para a câmara externa. Tudo porque o trio começou a cantar “Porto Côvo” e todos quiserem certamente partilhar aquele momento no instagram digno de hashtags emblemáticas como #amazing #top e #like.

Para muitos são músicas românticas clichés, para outros hinos do amor. A verdade é que todas marcaram presença no Coliseu do Porto. O amor esteve nos acordes e saiu nos corações de todos. Para uns foi o renovar da paixão, para outros a confirmação que Rui Veloso dá “likes” no instagram daqui até à China.

Texto@Tiago Presley | Fotos@Denise Ribeiro



publicado por Tiago David às 18:25 | link do post | comentar

Domingo, 21.07.13

A vida são dois dias, mas o Marés Vivas são três. E, como tudo é bom acaba, chegou ao fim mais uma edição.
O último dia prometia ser a cereja em em cima do bolo. A começar logo pelo palco Santa Casa, onde os Ultraleve fizeram as honras, lá está. A banda de Nuno Figueiredo e Bruno Vasconcelos apresentou as suas músicas pop coloridas, fazendo o público voar e cantar, especialmente no single "A Chata".
Quem não foi chata foi Marta Ren, que fechou com chave de ouro (sem ser com o “Pai da Criança”) o palco Santa Casa. A portuense remou pelo funk old school e o público lá foi com ela.


Num passo de magia e num voo de Ultraleve, Nuno Figueiredo saltou para o palco MEO para atuar com os Virgem Suta, que tomaram bem conta daquela casa. E como numa casa portuguesa cabe sempre mais alguém, os Virgem Suta desafiaram os fãs a subir ao palco para mostrarem os seus dotes vocais, ou pelo menos tentar.
A noite continuou na língua de Camões, com o padrinho do festival, Rui Veloso. O pai do rock português navegou suavemente pelos seus grandes sucessos que aqueceram vozes e corações. Todos cantaram sem hesitar e muitos beijos se trocaram entre cada solo de guitarra. Foi o momento "fofinho" das juras de amor deste ano.

Seguiram-se os Klaxons. Um concerto a lembrar fast-food. Subiram ao palco, repescaram os seus grandes temas e pouco mais. Entraram e saíram num piscar de olho, que para muitos soube a pouco. Apesar disso, como toda a fast-food, soube bem.
Mas as grandes expectativas da noite estavam centradas nos 30 Seconds To Mars. Os mais novos preenchiam as primeiras filas e esperavam ansiosos, prontos para surfar na onda de Jared Leto.
Depois de uma pequena espera, lá se ouviu o grito de Leto. Com um visual a fazer lembrar Jesus Cristo (ou Diogo Morgado), entrou com toda a energia, que manteve durante todo o concerto.
O vocalista marciano surpreendeu tudo e todos ao revelar que dia 29 de outubro vai voltar a nadar por águas portuguesas. Mas as surpresas não ficaram por aí. Jared Leto também pediu a ajuda de todos para gravar no Cabedelo o videoclip do novo single.
As marés estavam agitadas e, para prevenir, a banda lançou insufláveis para os fãs boiarem e se agarrarem em uníssono para cantar Alibi, Close to The Edge ou Hurricane.
No final, e a imitar os Virgem Suta ou Pedro Abrunhosa, a banda chamou ao palco alguns fãs, para juntos elevarem a maré até à bandeira vermelha.
E assim houve água e vida em Marte, porque, por cerca de um hora e meia, o planeta vermelho foi a Praia do Cabedelo. Por três dias, Vila Nova de Gaia foi euforia. Para sempre, a vista do MEO Marés Vivas será a melhor do mundo - palavras de Jared Leto.
Para o ano há mais de 17 a 19 de julho. No mesmo sítio e sempre com o SAPO On The Hop a apanhar a onda dos melhores festivais.



publicado por Tiago David às 14:21 | link do post | comentar

Sábado, 20.07.13

As ondas estavam cheias. Os barcos rabelos a abarrotar. Era uma missão quase impossível navegar entre o palco Santa Casa e o palco MEO. 25 mil pessoas que nem faziam antever o final da noite épico.



O final de tarde começou com The Happy Mess e Márcia, que num tom mais suave iam embalando os festivaleiros que apanharam a onda mais cedo. Mas a ânsia era pelas atuações no palco principal.

A começar os Orelha Negra que levantaram o primeiro pó da noite, com um set que fez os peixes, que por ali passavam, parassem a “curtir” o som.

Com uma entrada quase cinematográfica, chegaram os La Roux, mesmo na crista da onda (pelo menos da vocalista). A multidão que enchia a Praia do Cabedelo passeou a de mão dada com a banda por todos os grandes sucessos, culminando com Bulletproof.


Apesar de La Roux pedir “I'm havin' fun don't put me down” , James Morrison acalmou a onda e aqueceu os corações. Como diria Emanuel, “meu coração fez bum, bum aí fez e foi ao céu”, quando surgiram os primeiros acordes de Broken Strings. Depois, James Morrison lá foi passeando pelos seus hits radiofónicos enquanto se trocavam promessas de amor no meio do Cabedelo.

Fim de concerto e um turbilhão no recinto. Todos queriam ficar na proa do barco para David Guetta. 

Enquanto o palco é preparado, afinam-se as vozes com o Hino Nacional e com Grândola Vila Morena. Entre cantares aos 7 mares, eis que chega o momento: David Guetta em palco, pela primeira vez no MEO Marés Vivas.

A entrada triunfal com Play Hard transformou imediatamente a Praia do Cabedelo numa autêntica discoteca ao vivo. 

O fogo e as chamas lançadas não eram tão quentes como o calor humano. Foram 90 minutos “no stop”, que agitaram as águas e as torres do Aleixo, do outro lado da margem. O público levantou, literalmente, poeira. Era quase impossível respirar. Mas todos diziam que valia a pena o esforço.

David Guetta foi o Homem do Leme do segundo dia. Foi um tsunami eletrizante. 



publicado por Tiago David às 12:57 | link do post | comentar

Sexta-feira, 19.07.13

As ondas começaram calmas. A maré estava baixa. Os concertos no palco secundário quase passaram despercebidos tudo por culpa das famosas “barraquinhas” dos brindes. 

Os The Glockenwise foram os primeiros a aquecer o público, com um concerto, nas palavras dos fãs, digno do palco principal.
Mas a noite ainda era uma criança. Apesar do cancelamento dos Beware of Darkness, ainda havia um grande menu pela noite fora. We Trust foram os primeiros a dizer “Boa Noite”, no palco MEO. A banda de André Tentugal mostrou porque é que a organização acreditou nela para ser a anfitriã do palco principal. Como era de esperar, terminou com “Better no Stop”, que deixou o Cabedelo a cantar a uma só voz.
Depois, mais um salto ao palco secundário, onde actuou Rey Brandão. Mas o público que correu para arranjar um bom lugar na frente da onda do palco MEO não arredou pé. 

Com a noite já alta, chegaram os Bush. E ainda bem que o cartaz não chegou às mãos da Al Qaeda, podia haver confusão. A verdade é que o concerto foi uma bomba de energia para o resto da noite.
Mas os casacos ainda continuavam vestidos. A brisa fria pairava no ar. O público aproveitava para contar histórias. Sentados perto da primeira fila, um grupo de amigos. Um deles diz que é fã de Smashing Pumpkins há mais de 17 anos e que veio do Algarve só para os ver mais uma vez. A expectativa era elevada. E eis que se ouvem os primeiros acordes. E num jogo de luz e de som eis que soam os primeiros versos. A multidão grita de euforia. Eram eles, os Smashing Pumpkins.
Música após música, a banda foi recordando os grandes sucessos que marcaram os anos 90. E nem a chuva miudinha demoveu os fãs, novos e velhos, de cantarem e saltarem com toda a força.
Foi um concerto molhado, mas abençoado. Os Smashing Pumpkins estão aí para as curvas.
Apesar de calma, a primeira viagem marítima do MEO Marés Vivas 2013 deixou antever águas muito mais agitadas. E sempre com o SAPO On The Hop, claro!

Texto@Tiago Presley

Fotos@Vanessa Cardoso



publicado por Tiago David às 11:50 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.07.13


Começou o MEO Marés Vivas e as correrias foram para os brindes. Os festivaleiros empenharam-se afincadamente em conquistar o chapéu mais bonito para depois navegar pela ondas das músicas. O SAPO On The Hop foi ajudar à festa! 


publicado por Tiago David às 22:02 | link do post | comentar

Terça-feira, 16.07.13

Entre troikas & baldrocas, como cantava a célebre Cândida Branca Flor, chega a onda que vai animar e refrescar três noites deste verão quente.

18, 19 e 20 de julho. Quinta, sexta e sábado. Vila Nova de Gaia. Previsão de descida da temperatura máxima em todo o país... menos no Cabedelo, onde os festivaleiros prometem remar rumo à euforia total.

Nesta série do Marés Vivas, Pamela Anderson, Erika Eleniak, Carmen Electra e companhia não são as protagonistas. As verdadeiras estrelas são os Smashing Pumpkins, David Guetta, James Morrison, La Roux, Klaxons e os 30 Seconds To Mars, que têm como missão iluminar a diversão em todos e em cada festivaleiro.

Se o ditado diz que “águas passadas não movem moinhos”, bandas passadas movem multidões. É o caso dos Smashing Pumpkins, que voltaram em 2006 com novos membros, restando apenas Billy Corgan da formação inicial. Mas no primeiro dia, antes da atuação da banda de Corgan, vão subir ao palco MEO os portugueses We Trust. E porque “better not stop”, seguem-se os Beware of Darkness e os Bush (não a família dos ex Presidentes dos Estados Unidos, mas a banda do Reino Unido).

No segundo dia, o palco principal abre com os Orelha Negra, que já prometeram trazer alguns convidados. E apesar do norte ter no coração o azul, os La Roux prometem eletrizar as marés do Cabedelo. Logo depois, o palco das emoções será de James Morrison, que irá aquecer os corações mais apaixonados.

A fechar o dia 19, e como verão é sinónimo do regresso dos emigrantes, David Guetta aproveitou a boleia de uma família portuguesa a viver em Paris para visitar o Douro e “arrebentar”, como diz um bom nortenho, com a Praia do Cabedelo.

No último dia, o início da noite é feito em português com os Virgem Suta, que depois de cantarem “Beija-me na boca”, cedem o palco a Rui Veloso. A jogar em casa, o pai do Rock português vai ser a banda sonora ideal para os amores ardentes de Verão, que duram os três dias do festival.

Com “Golden Skans” (2007) ainda na memória de curto prazo, os Klaxons têm a difícil missão de aquecer o público para o concerto mais aguardado desta edição do MEO Marés Vivas. Uma hora depois das 12 badaladas e a 30 Seconds To Mars, a banda de Jared Leto subirá ao palco para fechar o maior festival a norte. No convés trazem o novo álbum, “Love Lust Faith + Dreams”, que promete agitar as águas.

O palco secundário é uma Santa Casa onde serão servidos os aperitivos de cada noite. O primeiro dia faz-se a três com os Throes + The Shine, The Glockenwise e, antes da actuação dos Bush, Rey Brandão

No dia 19, a mostrar o seu Casulo, estará Márcia depois da atuação dos The Happy Mess.
A fechar o palco Santa Casa, com voos sobre o Cabedelo, estarão os Ultraleve e a portuense Marta Ren.

Já sabem, não sejam má onda e entrem nesta maré com o SAPO On The Hop!



publicado por Tiago David às 13:32 | link do post | comentar

Sábado, 15.06.13

De “perninhas à chinês”, os mais pequenos (que eram mais que as mães) ocupavam a primeira fila. Logo atrás as “mamãs” e os “papás”. A ansiedade era grande. Queriam ver Kika. 

“Obrigada a todos por terem vindo. Espero que gostem”. Foi assim que, poucos minutos depois do previsto, Kika subiu ao palco da MEO TMN Bluestation da Boavista. A jogar em casa, a jovem de 16 anos abriu o concerto à guitarra, com “Circles”. Seguiu-se o segundo single do primeiro álbum, “Alive”. O público ainda estava tímido, mas lá ia acompanhado com palmas ao ritmo da música.
Nas costas do palco, a grande rotunda da Boavista. Entre as árvores o pôr-de-sol começava a avistar-se. O ambiente convidava a ficar e foi o que Kika fez, ao cantar “Stay”, de Rihanna.
Entre sorrisos e piscares de olho, a jovem descoberta por RedOne foi vagueando pelas principais músicas do seu primeiro álbum, “Alive”. Sempre com um sorriso, Kika deixava transparecer um pequeno nervosismo, que era suprimido com trocas de olhares com os pais, que estavam mesmo ao lado do palco.
No alinhamento mais dois covers. Um deles foi “Brokenhearted”. Com a sua voz melodiosa, Kika com sua guitarra aqueceu os corações dos presentes e ouvi-se a primeira grande ovação dos mais de 100 fãs da cantora presentes, que ganharam bilhete através do music box.
O ditado diz que o que é bom acaba depressa e que mais vale pouco e bom do que muito e mau. E assim foi. A fechar ouvimos o single que teve milhares de downloads e que ocupou o número um dos principais tops nacionais, “Guess It’s Alright”, que fez o público cantar e dançar ao som da pop fofinha que tão bem combina com a voz cheia de força e com a simpatia da jovem revelação.
No final do concerto, Kika distribuiu autógrafos e tirou fotografias com todos que foram até à Boavista aproveitar o final de tarde. Enfim, tudo ‘Alright’.

Texto@Tiago Presley

Fotos@Denise Ribeiro



publicado por Tiago David às 22:28 | link do post | comentar

Terça-feira, 11.06.13

Não fomos às celebrações do dia de Portugal, mas os fãs de Muse bem que mereciam uma condecoração pela animação. Além de boa disposição, deram-nos amendoins, pipocas e tremoços.

Repórter@Tiago Presley Imagem & Edição@Filipa Oliveira



publicado por Tiago David às 20:03 | link do post | comentar

O futuro desceu ao Dragão com os Muse. Vê aqui algumas imagens do principais momentos:



publicado por Tiago David às 14:53 | link do post | comentar


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